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Cotação do Ouro (valor médio no dia da avaliação)
O ouro é um dos ativos mais valiosos e desejados do mundo, seja como joia, investimento ou reserva de valor. Aqui estão 40 razões para ter ouro hoje em dia:
Valor e Estabilidade
1️⃣ O ouro mantém seu valor ao longo do tempo.
2️⃣ Não sofre desvalorização como moedas fiduciárias.
3️⃣ Protege contra a inflação.
4️⃣ É uma reserva segura em tempos de crise.
5️⃣ Tem liquidez global – pode ser vendido em qualquer parte do mundo.
6️⃣ Sua escassez natural o torna valioso.
7️⃣ É um ativo tangível e não pode ser apagado digitalmente.
8️⃣ Resiste ao tempo sem deterioração.
9️⃣ Mantém seu brilho e beleza por gerações.
? Possuir ouro é uma forma de diversificação patrimonial.
Valor de peças semelhantes no mercado
O fascínio, a procura atual e valor real dos diferentes elementos constituintes da joia são alguns dos fatores que influenciam o valor final da peça.
A evolução do gosto pessoal da nova geração de consumidores, assim como a disponibilidade financeira para investimento, também influenciam o valor real e comercial das Joias. O valor de peças semelhantes no mercado depende de vários fatores, incluindo:
- Pureza do ouro (9K, 14K, 18K, 19.2K, 24K)
- Peso da peça (quanto mais gramas, maior o valor)
- Cotação do ouro (que varia diariamente no mercado)
- Design e complexidade (peças trabalhadas em filigrana ou com pedras preciosas são mais valiosas)
- Marca e certificação (joias certificadas e de marcas reconhecidas podem ter um preço superior)
- Estado da peça (se for ouro vintage, pode ter um valor adicional pela raridade)
Como saber o valor da sua peça?
O ideal é verificar o preço numa loja especializada (como é o caso da Lusijoia) e acompanhar a cotação do ouro. Para vender, confie apenas num avaliador certificado para obter um preço justo.
Interesse histórico
O ouro sempre exerceu um fascínio inigualável ao longo da história, sendo símbolo de poder, riqueza e espiritualidade. Desde as antigas civilizações até aos tempos modernos, as joias em ouro contam histórias de impérios, culturas e momentos marcantes. As primeiras joias de ouro datam de há mais de 5.000 anos, com os egípcios a usarem ouro em coroas, colares e amuletos sagrados. Para os faraós, o ouro simbolizava a eternidade e era utilizado em túmulos e templos. Já os romanos viam-no como sinal de estatuto social, criando moedas e joias luxuosas. Durante séculos, reis e rainhas adornaram-se com peças de ouro cravejadas de pedras preciosas, demonstrando poder e distinção. A filigrana portuguesa, por exemplo, tem raízes históricas profundas e continua a ser um ícone de tradição e sofisticação.
O ouro também tem um significado espiritual profundo. Relíquias sagradas, cruzes, medalhas e anéis de poder foram feitos deste metal nobre para representar fé, proteção e conexão com o divino.
Ao longo da história, o ouro sempre manteve o seu valor, sendo considerado um dos investimentos mais seguros. Hoje, continua a ser uma escolha popular tanto para joias como para segurança financeira. A avaliação também não pode ser dissociada do eventual interesse histórico da peça. Nesse sentido, peças que tenham alguma relevância histórica como, por exemplo, marcos importantes do passado, também terão um valor adicional que poderá superar o valor intrínseco do trabalho de produção e do valor dos materiais constituintes.
Estado de conservação
Quando se avalia uma peça em ouro, o seu estado de conservação desempenha um papel essencial na definição do valor final. Embora o ouro seja um metal nobre resistente à corrosão e ao tempo, o seu estado físico pode influenciar a avaliação, especialmente no caso de joias trabalhadas ou com outros elementos, como pedras preciosas.
Fatores que Influenciam a Avaliação:
- Desgaste Natural – O uso frequente pode causar pequenas marcas, riscos ou perda de brilho na peça. No entanto, o ouro em si mantém o seu valor intrínseco, podendo ser reaproveitado ou fundido.
- Integridade da Peça – Peças rachadas, amolgadas ou com partes partidas podem desvalorizar-se, especialmente se for uma joia antiga ou com design exclusivo.
- Presença de Pedras Preciosas – O estado das pedras influencia o valor final. Se estiverem soltas, rachadas ou em falta, a peça pode perder valor, sendo necessário um ajuste na avaliação.
- Manutenção e Limpeza – Peças bem cuidadas, sem resíduos acumulados ou sinais de oxidação (no caso de ligas de ouro com outros metais) tendem a ter uma valorização maior.
- Autenticidade e Marcas de Contrastaria – Peças com marcas visíveis de pureza e contraste certificado têm uma avaliação mais precisa e muitas vezes mais alta do que aquelas sem certificação.
- Relevância Histórica e Design – Peças de filigrana, antigas ou de autor podem valer mais, desde que bem conservadas. O desgaste excessivo pode diminuir o valor para além do peso em ouro.
O estado de conservação de uma peça em ouro é determinante na sua avaliação. Mesmo que uma peça apresente desgaste, o seu valor em ouro nunca se perde, podendo sempre ser reutilizada. No entanto, para quem deseja vender ou manter a peça como joia, a conservação é um fator essencial para garantir a máxima valorização. Por norma, as peças em estado de conservação têm mais valor em relação a outras mais desgastadas. É quase inevitável que o uso e a passagem do tempo não deixe marcas nas joias, desvalorizando-as um pouco. Este facto faz com que peças antigas e bem conservadas tenham mais valor e esse facto é conhecido como o fascínio do “antigo em estado novo”.
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